Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Rhino 4 : Revolve III

 Terceira etapa do exercício referido no artigo anterior.

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/revolvetres6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?i1nmnml2mnm

 

 


Publicado por Alguém às 23:39
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Rhino 4 : Revolve II

  Segunda parte do exercício com o comando revolve.

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/revolvedois6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?1lkymqy0ykz

 

 


Publicado por Alguém às 23:03
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Rhino 4 : Revolve I

 Primeira parte do exercício proposto antes das Férias de Páscoa, feito com recurso aos comandos rotate 3D e revolve.

  

http://home.fa.utl.pt/~al006215/revolveum6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?emotmjfdmge

 

 

 


Publicado por Alguém às 22:50
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Rhino 4 : Superfícies III

  Produção de superfícies em Rhino 4 com o comando extrude curve.

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/tressuperficies6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?y1etndvldi4

 

 


Publicado por Alguém às 21:23
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Domingo, 12 de Abril de 2009

LORD[e]S

 

 

 

  

Fear the Lords who are secret among us.

The Lords are w/in us.

Born of sloth & cowardice.

_____________________________________

 

Teme os secretos Mestres que coabitam connosco.

Os Mestres estão entre nós.

Feitos cobardia & preguiça

 

 

 

 

 

 

 

 

Poema: MORRISON, James Douglas, The Lords and The New Creatures:1969, Assírio & Alvim, 1994  

Imagem: Cancer city - original a grafite sobre papel

 


Publicado por Alguém às 05:09
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Subúrbios

 

 

 

Fotografias tiradas ao skyline do Lumiar, Telheiras e Ameixoeira & edifício junto ao Eixo Norte-Sul

Praça do Município

+

Most Wasted Font

 

 

 


Publicado por Alguém às 04:51
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Rhino 4 : Superfícies II

  Exemplos de superfícies produzidas com os comandos revolve e rail revolve.

 

 http://home.fa.utl.pt/~al006215/superficiesdois6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?3itmwwt32zm 

 

 


Publicado por Alguém às 00:46
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Rhino 4 : Superfícies I

  Produção de superfícies com o comando Loft.

 

 

 

 


Publicado por Alguém às 00:31
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Rhino 4 : Operações geométricas com Octaedro


Publicado por Alguém às 00:01
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Sábado, 11 de Abril de 2009

Rhino 4 : Octaedro truncado

  Operação de truncagem sobre o poliedro anteriormente apresentado.

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/octaedrotruncado6215.3dm 

 
ou
 
http://www.mediafire.com/?lyejtwzgdhf
 
 

Publicado por Alguém às 23:57
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Rhino 4 : Octaedro

ou

 

http://www.mediafire.com/?0lym3z4imc0

 

http://www.filefactory.com/file/aga5ef2/n/Octaedro_3dm

 


Publicado por Alguém às 23:36
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Rhino 4 : Dual do dual

 

 


Publicado por Alguém às 03:33
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Rhino 4 : Dual do cubo truncado

Dual do cubo truncado efectuado no Exercício I, de Modelação Geométrica.

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/dualdocubo6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?oonm5mqlmhz

 

http://www.filefactory.com/file/aga19d4/n/Dualdocubo_3dm

 

 


Publicado por Alguém às 02:55
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Rhino 4 : Cubo truncado

 

  No âmbito da disciplina Modelação Geométrica do 2º semestre do 4º Ano do Mestrado Integrado em Arquitectura da FA-UTL, serão publicados exercícios realizados nas aulas e como propostas de aprendizagem enquanto exploração do programa Rhinoceros 4.

 

Exercício I

Determinação do Dual de um cubo truncado a 1/3 da aresta.
 

 

http://home.fa.utl.pt/~al006215/cubotruncado6215.3dm

 

ou

 

http://www.mediafire.com/?ggugujntyxg

 

 

 


Publicado por Alguém às 02:25
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Manoel de Oliveira : O Passado e o Presente

 

 

 

 

O Lugar dos Ricos e dos Pobres no Cinema e na Arquitectura em Portugal

 

O PASSADO E O PRESENTE
Realização de Manoel de Oliveira
com Maria de Saisset, Bárbara Vieira, Pedro Pinheiro, Manuela de Freitas, Alberto Inácio, António Machado, Duarte de Almeida, José Martinho
Portugal, 1971 - 115 min

  Adaptado de uma peça de Vicente Sanches, O PASSADO E O PRESENTE é um dos mais discutidos filmes de Oliveira e um dos seus trabalhos mais próximo do humor feroz de Luis Buñuel.

  Uma sátira social sobre uma mulher obcecada pelas memórias dos maridos defuntos e que não consegue amar os maridos vivos. A morte do segundo vem fazer reviver uma série de situações, juntando o macabro e o grotesco.

 

 

 

 

 

AFORISMOS

Na Cinemateca de Lisboa , pós-filme, numa conversa informal: as palavras do mestre cineasta...

 

"

Cá estou. Isto é simples.

A casa era dos pais do autor do livro.

 

Entre a Morte e a Vida instala-se o Amor. E não está mal.

 

 

Há muito aborto, há muita pílula.

Agora o que é que havemos de dizer mais ?

 

(...)

 

[ Manoel de Oliveira ]  Há aqui uma relação fortíssima entre o Cinema e a Arquitectura, não é ?

[ José Neves ] Sim, sim.

[ Manoel de Oliveira ]  Então porquê ?!

 

(...)

 

Hoje, os filmes não deixam margem para pensar.

 

A única glória que o Artista pode ter é morrer de Fome.

Se a Arte fosse verdadeiramente útil, o artista nunca morreria de fome.

 

Nascer para morrer logo é triste. Há sempre quem morra primeiro. Quem vá apressado. Por mim não é preciso pressa.

 

Não há Arte sem Memória.

A Ficção preserva a Memória, também.

A Ficção ensina o que a Escola não ensina: a Ficção ensina a Condição Humana.

 

Tudo passa pela razão. O Sentimento só o é, depois de passar pela Razão.

 

 

O que a gente diz não é nada de novo. Certamente alguém já o disse.

 

O subconsciente, a mim, nunca me disse o número da sorte.

 

A grande Poesia é estranha, porque joga joga com o subconsciente.

 

Saudade é a terra perdida de um coração que sonhou.

 

Mas não tem nada a ver.

 

Mas não é uma questão de calhau, a relação entre a Arquitectura e o Cinema.

 

 

  Desde sempre no Cinema, como no mundo - nos quartos, nas casas e nas cidades-, os ricos e os pobres tiveram os seus lugares, mais ou menos nítidos: da fábrica de onde saem os operários dos irmãos Lumière ao Xanadu do CITIZEN KANE; dos “lugares de miséria atrás de magníficos edifícios” dos olvidados de Buñuel à Paris dos burgueses discretamente encantadores; da vila dos pescadores de LA TERRA TREMA às villas das condessas, reis e príncipes de Visconti; dos albergues dos pobres de Preston Sturges aos hotéis de luxo de Lubitsch; dos borgate dos sub-proletários de Pasolini aos subúrbios das famílias remediadas de Ozu; das ruas da vergonha de Mizoguchi aos becos e ruelas do ANJO AZUL; da casa da mãe siciliana de Huillet e Straub à Versalhes do Rei Sol de Rossellini; das roulottes dos lusty men de Nicholas Ray à FAT CITY de John Huston; do quarto alugado da rapariga da mala de Zurlini ao palácio dos seus amantes; dos lugares dos criados e dos senhores de Jean Renoir a todos os lugares de Chaplin…

 

  Qual tem sido, em Portugal, o lugar dos ricos e dos pobres no Cinema? Qual vai sendo o lugar dos ricos e dos pobres na Arquitectura? Como é que o Cinema pensa e olha essa Arquitectura? Pode a Arquitectura pensar e construir-se também a partir desse Cinema?   

 

Enquadramento

 

  Foram estas questões que levaram o Núcleo de Cinema da Faculdade de Arquitectura da UTL - coordenado pelo Arquitecto José Neves - a propôr à Cinemateca Portuguesa a realização de um Ciclo de doze filmes, exibidos quinzenalmente entre Outubro de 2007 e Março de 2008.
  Escolhidos pelo Núcleo, passaram filmes feitos em Portugal nos últimos cinquenta anos e que reflectissem de forma sempre preponderante o tema principal. As sessões contaram com a presença de realizadores, actores, pessoas envoIvidas nos filmes e de arquitectos convidados, para que se discutissem as abordagens e questões pertinentes, de um modo o mais informal possível. 

  O Ciclo findou com a referida produção e presença do cineasta Manoel de Oliveira.

 

    

 

Fonte citada parcialmente, em itálico:http://programadefestas.wordpress.com/2008/02/17/o-lugar-dos-ricos-e-dos-pobres-no-cinema-e-na-arquitectura-em-portugal/

 

 

 

 

"

 

 

[ 14.03.08 ]

 

 

 

Sinopse 


Publicado por Alguém às 04:40
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Khayyam | Buíça

 

 

(...)

A vida é terra e o vivê-lo é lodo.

Tudo é maneira, diferença ou modo.

Em tudo quanto faças sê só tu,

Em tudo quanto faças sê tu todo.

 

12-9-1935

 

 

[50B1-51r]

Tudo é como se nada se passasse.

Tudo fica como se nada ficasse.

Tudo é o que não é, e a sombra desce.

Sobre o que é e não é e ou morre ou nasce.      

                   

 

 

[ Setembro de 1935 ]

 

 

[63-43r]

Ouvi os sábios todos discutir.

Podia a todos refutar a rir.

Mas preferi, bebendo na ampla sombra,

Indefinidamente só ouvir.

 

Manda quem manda porque manda, nem

Importa que mal mande ou mande bem.

Todos são grandes quando a hora é sua.

Por baixo cada um é o mesmo alguém .

 

Não invejes a pompa, e ao poder,

Visto que pode, sem razão nem ser

Obedece, que a vida dura pouco

Nem há por isso muito que sofrer. 

 

3-10-1935  a.m.

 

 

[45 - 29r]

 

Reinam o bobo e o vil, e o quem calha

A sorte de reinar; que o acordo falha,

Mas a justa verdade há-de chegar -

Quando for tarde e já nada valha

 

s.d.

(...)

 

 

Fonte: GALHOZ, Maria Aliete, Canções de beber : Ruba'iyat na Obra de Fernando Pessoa. Lisboa: Assírio e Alvim, Lisboa, 2002 

Imagem: original de http://www.hottopos.com/mirandum/fernkhay.htm; tratamento digital em Photoshop : inversão de cores

 

 


Publicado por Alguém às 04:25
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

Lead Sled

 

  Lead Sled [ ou Leadsled ] 

 

  Lead, s.m. chumbo; que contém chumbo

  Sled, s.m. trenó

 

 No contexto de uma América com grande desenvolvimento em termos tecnológicos e mecânicos, os ex-combatentes da Grande Guerra encontraram na modificação dos seus veículos uma ocupação que permitia dar continuidade aos seus conhecimentos, interesses pessoais e estilos de vida.

 

 Surgiram, assim, os  Lead sled,  termo originalmente referente aos automóveis  com um grande nível de modificação a nível de carroçararia através do uso de chumbo derretido enquanto elemento de enchimento e como definidor de superfícies e transições, normalmente suavizadas. Enquanto elemento muito durável mas extremamente difícil de trabalhar, o chumbo é tóxico e, por isso, o seu uso era visto como um insulto e um desafio.

 

 Deste modo, o termo designa os Automóveis Americanos de grandes dimensões e segmento superior do pós-Guerra, entre os anos 40 e meados da década de 60.  Como características deste tipo de modificação destacam-se a modificação ou substituição dos painéis da carroçaria, o redesenho da linha de tejadilho através do corte dos pilares A, B e C de modo a alterar o perfil, a suavização ou substituição dos pára-choques e a suspensão rebaixada, numa perspectiva estética e não de desempenho em termos de velocidade.

 

 Desde o surgimento de outros tipos de enchimento - tal como o Bondo - caiu ainda mais em desuso este tipo de aplicação. Ainda assim, actualmente há veteranos que ainda conhecem e praticam a arte da moldagem do chumbo.

 

  Os modelos mais comuns usados como base para as transformações eram modelos Mercury e Ford de 1949 e 1951, bem como alguns Cadillac de 1959.

 

 

 

Imagem: Lead Sled Mercury de 1951, desenho e pintura originais a canetas aguareláveis Tombow e Bic ; infografia com lettering da época

 


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Morrison City

Cancer city  

Urban fall

Summer sadness

The highways of the old town

Ghosts in cars

Electric shadows

 

_______________________

  

Capital do cancro

Declínio urbano

Verão tristonho

Vias rápidas na velha cidade

Circulam espectros

Sombras eléctricas

 

 

 

 

 

  Poema: MORRISON, James Douglas, The Lords and The New Creatures:1969, Assírio & Alvim, 1994

  Imagem: Cancer city & Jim's face - originais a grafite sobre papel; tratamento infográfico digital e aplicação sobre imagem de fundo

 


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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Paredes | Pessoa

Composição em Windows MovieMaker de  produção própria, baseada num excerto de Heróstrato - E a busca da Imortalidade, de Fernando Pessoa, e Movimento Perpétuo, de Carlos Paredes.

 

 

 

 


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Exposição "Série Álvaro de Campos"

 

 

 

  Após o surgimento da intenção de organizar o portfólio de Pinturas elaborar o Currículo, a tentativa ocorreu na Casa Fernando Pessoa, já que várias séries temáticas são baseadas em literatura da Geração Moderna - sobretudo em obras de Fernando Pessoa.
 
   Desta feita, desde o dia 1 de Setembro de 2008 até 15 de Maio deste ano está patente no Auditório da Casa Fernando Pessoa a exposição de Pintura  Série Álvaro de Campos, inserida no Ciclo dedicado aos heterónimos, que decorre desde o final do ano passado até ao término do actual. Após esta colecção, seguir-se-ão as Séries Alberto Caeiro e Ricardo Reis, baseadas no mesmo princípio operativo.  
 
  Baseada na poesia do heterónimo Pessoano, a Série Álvaro de Campos caracteriza-se pelo pequeno formato - 13 por 23cm e pontualmente 15 por 23cm - e pela utilização de Aguarela, de Grafite e de Tinta da China sobre papel. Constituída por 8 obras, resulta da selecção e interpretação de excertos de poemas.
 
http://mundopessoa.blogs.sapo.pt/274968.html 
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt
 
 
 
Transportes : Autocarros: 9, 20, 38 | Eléctricos: 25, 28
Horário: Segunda a Sábado 10:00h > às 18:00h

 

 


Publicado por Alguém às 19:08
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Compêndio de aforismos de âmbito académico

  Como se de uma história de frases e sentido Kafkianos se tratasse...

 

 O que é uma coisa ?

 O passo a seguir que se segue é (...)

[ que ] isto é uma festa...Tem de ser é encarado com seriedade.

O tecto nunca vê o céu.

Sou pequenino mas corro muito.

 

 

FA - UTL


Publicado por Alguém às 00:26
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