Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

Bloco A4 III

 

Fragmentos : Alexandre Alves Costa no Câmara Clara

Caneta Bic Laranja e marcador sobre papel de 120gm/m2; 21 x 29.7cm

 

" (...)

 

Temos sempre de afirmar. Deliberadamente.

(...)

O que é isto de intervir no Património ?

Eu acho que isto é o futuro de Portugal ! Não dá couves. Mas dá histórias.

(...)

Tem que haver alguma parcimónia no Experimentalismo.

 

(...) "

 


Publicado por Alguém às 02:08
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Portugal 2010 A.D. III

“ (…)

 

  O chefe de Governo deve vir à televisão explicar tudo, tintim por tintin..

  O engenheiro José Sócrates tem a obrigação de responder perante isto. [A nossa situação actual]

(…)

  O País é muito sensível a tretas.

(…)

  Isto é tudo, realmente, um jogo de interesses.

(…)

  Esta gente do governo é deste género, que perde a cabeça só para ser mais moderno. [Relativamente à teimosa defesa do TGV]

(…)

  Um indivíduo não pode hipotecar o País e depois ir para Bruxelas ou tomar conta de refugiados…

[Relativamente a Durão Barroso e António Guterres, respectivamente]

 

(…) ”

 

 

Henrique Medina Carreira IN Jornal das 9 da Sic Notícias, a 3 de Maio de 2010.


Publicado por Alguém às 20:59
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Domingo, 2 de Maio de 2010

Portugal 2010 A.D. II

“(…)

  Temos um Primeiro Ministro com uma relação perigosa e disfuncional com a realidade.

(…) “

 

Luís Pedro Nunes IN Eixo do Mal, Sic Notícias; 1 de Maio de 2010


Publicado por Alguém às 01:43
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Portugal 2010 A.D. I

“ (…)

  Estamos com o nível de endividamento externo mais alto dos últimos 150 anos.

(...)

  Estamos cada vez com menos graus de liberdade económica.

(…)“

 

Cantiga Rodrigues IN Jornal da Noite da Sic Notícias; 30 de Abril de 2010


Publicado por Alguém às 01:38
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

When you're strange : a film about The Doors

 

  Depois do Documentário “When you’re strange” de Tom DiCillo no Indie Lisboa, o retorno a The Doors é incontornável.

  Hora e meia de viagem pela história da banda devidamente contextualizada política, social e familiarmente. Um regresso à contracultura americana dos Anos 60 tão motivada pela Guerra do Vietname – e não só…

 

  Corre agora a notícia de que a produção possivelmente será exibida no cinema mainstream - uma nova oportunidade para quem não marcou  presença nas sessões do Indie dos dias 23 e 25.

 


Publicado por Alguém às 03:06
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Medina Carreira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

” (…) A Europa, que é um sítio por onde se deslocam os falhados do nosso País (…) “

Henrique Medina Carreira IN Jornal das 9 da Sic Notícias, a 25 de Março de 2010.

 

 

Henrique Medina Carreira (Bissau, 14 de Janeiro de 1931) é um fiscalista e político português.

 

É filho de António Barbosa Carreira, historiador, e de Carmen Medina Carreira.

Bacharel em Engenharia Mecânica, iniciou a sua vida profissional como técnico fabril de fundição de aço. Mais tarde ingressou na Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Pedagógicas, em 1954, e em Direito, em 1962. Frequentou ainda o curso de Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão, sem o terminar. Dedicou-se à advocacia, à consultoria em empresas e à docência universitária, a última das quais exercida no Instituto Superior de Gestão, no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e no Instituto Estudos Superiores Financeiros e Fiscais. A par da sua carreira profissional, desempenhou outras funções, como as de membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, membro do Conselho Fiscal da Fundação Oriente, vice-presidente do Conselho Nacional do Plano, vogal do Conselho de Administração da Expo'98, presidente da Comissão de Reforma de Tributação do Património (nomeado por António Sousa Franco), presidente da Direcção da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores e vogal eleito do Conselho Superior da Companhia de Seguros Sagres.

 

No plano político, exerceu o cargo de Subsecretário de Estado do Orçamento, durante o VI Governo Provisório (1975-1976), o qual deixou de exercer para assumir, logo de seguida, as funções de Ministro das Finanças do I Governo Constitucional (1976-1978). Foi nessa condição que negociou com o FMI um empréstimo no valor de 750 milhões de dólares. Em 1978 abandona o PS, por divergências quanto à política económica adoptada pelo partido no poder. Em 2006 apoiou publicamente a candidatura de Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República.

Nos últimos anos tem sido um grande crítico das finanças públicas portuguesas relativamente ao endividamento e despesa pública e à actual carga fiscal portuguesa. Também tem criticado a situação actual da educação, justiça e inexistência de políticas contra a corrupção. Referente à dívida externa portuguesa Medina Carreira refere que "nos últimos 10 anos a dívida portuguesa tem aumentado diariamente 48 milhões de euros". Relativamente aos gastos excessivos em Obras públicas critica também a falta de capacidade dos sucessivos Governos portugueses em evitar derrapagens nos custos das obras públicas portuguesas, mais concretamente na Casa da Música, Ponte Rainha Santa, Terreiro do Paço.

 

Desde 1972 tem escrito diversas obras sobre a temática económica e financeira.

 

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Medina_Carreira (adaptado)


Publicado por Alguém às 16:00
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Khayyam | Buíça

 

 

(...)

A vida é terra e o vivê-lo é lodo.

Tudo é maneira, diferença ou modo.

Em tudo quanto faças sê só tu,

Em tudo quanto faças sê tu todo.

 

12-9-1935

 

 

[50B1-51r]

Tudo é como se nada se passasse.

Tudo fica como se nada ficasse.

Tudo é o que não é, e a sombra desce.

Sobre o que é e não é e ou morre ou nasce.      

                   

 

 

[ Setembro de 1935 ]

 

 

[63-43r]

Ouvi os sábios todos discutir.

Podia a todos refutar a rir.

Mas preferi, bebendo na ampla sombra,

Indefinidamente só ouvir.

 

Manda quem manda porque manda, nem

Importa que mal mande ou mande bem.

Todos são grandes quando a hora é sua.

Por baixo cada um é o mesmo alguém .

 

Não invejes a pompa, e ao poder,

Visto que pode, sem razão nem ser

Obedece, que a vida dura pouco

Nem há por isso muito que sofrer. 

 

3-10-1935  a.m.

 

 

[45 - 29r]

 

Reinam o bobo e o vil, e o quem calha

A sorte de reinar; que o acordo falha,

Mas a justa verdade há-de chegar -

Quando for tarde e já nada valha

 

s.d.

(...)

 

 

Fonte: GALHOZ, Maria Aliete, Canções de beber : Ruba'iyat na Obra de Fernando Pessoa. Lisboa: Assírio e Alvim, Lisboa, 2002 

Imagem: original de http://www.hottopos.com/mirandum/fernkhay.htm; tratamento digital em Photoshop : inversão de cores

 

 


Publicado por Alguém às 04:25
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Exposição "Série Álvaro de Campos"

 

 

 

  Após o surgimento da intenção de organizar o portfólio de Pinturas elaborar o Currículo, a tentativa ocorreu na Casa Fernando Pessoa, já que várias séries temáticas são baseadas em literatura da Geração Moderna - sobretudo em obras de Fernando Pessoa.
 
   Desta feita, desde o dia 1 de Setembro de 2008 até 15 de Maio deste ano está patente no Auditório da Casa Fernando Pessoa a exposição de Pintura  Série Álvaro de Campos, inserida no Ciclo dedicado aos heterónimos, que decorre desde o final do ano passado até ao término do actual. Após esta colecção, seguir-se-ão as Séries Alberto Caeiro e Ricardo Reis, baseadas no mesmo princípio operativo.  
 
  Baseada na poesia do heterónimo Pessoano, a Série Álvaro de Campos caracteriza-se pelo pequeno formato - 13 por 23cm e pontualmente 15 por 23cm - e pela utilização de Aguarela, de Grafite e de Tinta da China sobre papel. Constituída por 8 obras, resulta da selecção e interpretação de excertos de poemas.
 
http://mundopessoa.blogs.sapo.pt/274968.html 
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt
 
 
 
Transportes : Autocarros: 9, 20, 38 | Eléctricos: 25, 28
Horário: Segunda a Sábado 10:00h > às 18:00h

 

 


Publicado por Alguém às 19:08
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Compêndio de aforismos de âmbito académico

  Como se de uma história de frases e sentido Kafkianos se tratasse...

 

 O que é uma coisa ?

 O passo a seguir que se segue é (...)

[ que ] isto é uma festa...Tem de ser é encarado com seriedade.

O tecto nunca vê o céu.

Sou pequenino mas corro muito.

 

 

FA - UTL


Publicado por Alguém às 00:26
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